Pensando Bem: Tibau, um outro jeito de reformar.

Aqui em Grossos, caso você cochile em um desses bancos “altamente modernos” é riscado cair pra trás e quebrar o pescoço.

Por Ronaldo Josino 23/09/2017 - 00:01 hs

Enquanto Grossos se limita a reformar suas praças de forma mais barata possível, com bancos do tempo das cavernas (uma pedra para sentar), sem nenhum estilo arquitetônico, de conforto ou mesmo visual, Tibau, cidade vizinha a Grossos que até “ontem” era apenas uma Vila, dar exemplos que deixam Grossos com cara de cidade pobre e abandonada.  

A prefeitura de Tibau, através do prefeito Josivaldo, conhecido popularmente por Naldinho, está reformando algumas praças da cidade e pelo menos uma delas nos chamou a atenção.

É a praça que fica próximo a Igreja Católica – Santa Terezinha. Aqui os bancos da praça - ao invés daqueles usados nas praças de Grossos, aqueles que se parecem com túmulos e que foi chamado por alguns populares de “cocadas” - são realmente bancos que dá gosto sentar, pode-se ler um livro sem danificar a coluna e caso deseje, pode até descansar tirando uma soneca.

Aqui em Grossos, caso você cochile em um desses bancos “altamente modernos” é riscado cair pra trás e quebrar o pescoço.

Enquanto que em outras cidades seus governos procuram o melhor para seus munícipes, aqui parece que as coisas são justamente o contrário. Procuram para o povo o que é mais barato e de péssima qualidade, os exemplos vão desde 2003 quando um certo prefeito inventou de homenagear as famílias de Grossos enchendo os canteiros do centro da cidade de lápides de túmulos com os nomes das famílias. Depois disso uma sinalização iniciada em 2014 com visual de escoliose que até hoje faz nos rir e entre outras e outras reformas baratais e mal feitas, está a Prainha que teve apenas seu piso virado e claro, sem falar do mal gosto pelos “novos” e modernos” túmulos, ops, bancos das praças do Coqueiro e Gil do Córrego.

E olha que a soma dos recursos dos royalties nesses mais de 4 anos em Grossos supera o valor apreendido no apartamento de Geddel.

Enfim, há quem diga que não existe diferença alguma entre os bancos das praças de Tibau e os bancos das de Grossos.

Para esses que não veem diferença alguma, um conselho; procurem uma ótica.