Será que sai? Bastidores do executivo falam em royalties esse mês.

Opinião!

Por Ronaldo Costa Josino 15/10/2020 - 17:06 hs

 

Já não é mais segredo pra ninguém. O rumo da política grossense pode ter uma guinada nos próximos dias caso uma possível “bomba” estoure ainda este mês.

E que “bomba” seria essa? A volta dos tão sonhados royalties.

Os royalties recebidos por um município tem muita importância no quesito administrativo. O que não foi o caso nesses longos anos de royalties fartos no município de Grossos. Mas diante de uma eleição as portas, contar com um extra para resolver os “problemas” emergenciais da cidade conta muito no dia 15 de novembro. Lembram de 2016?

Pois é!

A última pesquisa registrada (a primeira e única até agora)  dizia que Clorisa Linheres e Alexandre Paiva lideravam as intenções de votos no município e a chapa governista estava lá em baixo,  no entanto entre as tantas variáveis que acontecem na política local, podemos destacar dois pontos importantes:

1º - É fato que a campanha de Erasmo e Emanuela certeiramente não está mais naquele patamar da pesquisa, isto é, lá na “rabeira”.

2º - É fato que a política de Grossos e em especial em campanha, surge um momento oportuno para muitas, muuuuuuuitas pessoas aproveitarem e resolverem seus “problemas”, aliás, quem não tem problemas, né mesmo? E além do mais, na política quando uma pessoa não tem problemas, ela automaticamente vira um problema.

Então ter um extra para resolver os “problemas” emergenciais da cidade nesse momento certamente vai contar muito no dia 15 de novembro.

Por fim, entre as incertezas que rondam a volta dos royalties, o que se tem de certo é que este mês já foram depositados mais de R$ 131 mil de royalties nos cofres da prefeitura de Grossos. E ainda nem foram distribuídos os royalties completamente pela ANP.

Seja como for, as cartas estão lançadas a mesa. Para alguns os royalties este ano não voltam, para outros volta este mês.

Se voltar resolverá muitos problemas, se não, será um problema.

Concorda ou discorda?

Seja sim ou não, vamos aguardar o rumo da história.